O QUE NÃO ACABA NO LIXO, ACABA NO MAR

novembro 09, 2020

A natureza, por si só, é capaz de se reconstruir e se refazer. O mesmo acontece com os oceanos. Contudo, há mais de 30 anos que as águas marinhas entraram em um processo de poluição emergente – o aumento dos níveis foram tamanhos que os oceanos e os mares já encontram dificuldade para se regenerar.

Todos os dias o grande império oceânico recebe milhões de toneladas de substâncias poluentes, as quais são jogadas nos córregos, esgotos e mares e em seguida carregadas pelos rios.

 


Como dito, o esgoto é um dos grandes responsáveis pela poluição marinha – seja ele doméstico ou industrial. Pneus, garrafas de refrigerante, latas e diversos outros tipos de materiais são encontrados diariamente nos oceanos.

 


Quando a poluição perde o controle, as praias acabam ficando sujas e, consequentemente, impróprias para banho e pesca, uma vez que as águas contaminadas apresentam coliformes fecais, além de bactérias nocivas não somente para a vida marinha, mas também para os seres humanos.

Os produtos poluentes jogados no litoral e que se caracterizam como resíduos químicos (e em sua fórmula contam com cloro, mercúrio, cromo e chumbo), são responsáveis pela contaminação de todo o ambiente, infectando assim os peixes, por exemplo. Por isso, a pesca também fica comprometida, uma vez que os pescados servem de alimento aos seres humanos.

 

 

Visto tudo isso (mesmo que de uma maneira geral), vale conscientizar-se. A bituca de cigarro, o palito do picolé ou o canudinho, jogados no chão muitas vezes pela própria preguiça de alcançar um lixeiro, pode resultar em doenças – e isso é mais sobre a sua saúde do que sobre o bem-estar do mundo.

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